SCUT: Longas filas para comprar identificadores

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A existência de poucos postos de venda dos identificadores para as SCUT onde a partir de sexta-feira passarão a ser cobradas portagens tem originado a formação de longas filas.

A decisão governamental de introduzir portagens nas SCUT do Norte Litoral, Grande Porto e Costa de Prata já amanhã, está a deixar os nervos em franja aos automobilistas que pretendem adquirir o dispositivo eletrónico até hoje à meia-noite.

Nas áreas de influência dessas três SCUT só existem quatro lojas onde esses dispositivos podem ser adquiridos. Quem quiser dotar-se do identificador terá uma loja no Porto, uma na área de serviço de Trofa/Santo Tirso da A3, uma outra em Santa Maria da Feira e finalmente a ultima na cidade de Aveiro. A alternativa é a afluência aos postos de correio, mas nem aí se garante menos morosidade no processo.

Para aqueles que tenham direito a isenções, podem habilitar-se via Internet, tendo sessenta dias para mostrar os documentos do automóvel. Até segunda-feira, já tinham sido vendidos 41 mil novos identificadores quer em pré-reservas concluídas e compras nas lojas, de acordo com fonte da empresa.

Os veículos com matrícula estrangeira que queiram usar as vias portajadas também eles terão de obter o dispositivo eletrónico não podendo usufruir da modalidade de pós – pagamento (pagamento após passagem na via).

Para quem em visita de turismo ou em trabalho circular por essas vias terá de optar entre um dispositivo eletrónico temporário no caso de uma estadia curta, ou então, à semelhança dos condutores nacionais adquirir um dispositivo numa entidade de cobrança e então “contratar um sistema de pagamento automático (débito em conta) ou um pré-pagamento.

Para aqueles que estiverem em Portugal por períodos curtos e optarem pelo dispositivo temporário também este deverá estar associado a um sistema de pagamento automático (débito em cartão de crédito) ou um sistema de pré-pagamento sendo que então o valor mínimo será de 50 euros para os veículos ligeiros e 100 euros para os pesados.

“O não pagamento da taxa de portagem constitui uma contra-ordenação sujeita a coima para todos os utentes, nacionais e estrangeiros”, lembra o Ministério das Obras Públicas, acrescentando que “a coima é 10 vezes a taxa de portagem, com um mínimo de 25 euros”.

in Frota News

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