Obama falha meta para carros elétricos. E agora mundo ?

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Se há país que marca tendências e traça a linha entre o possível e o impossível é os Estados Unidos da América (EUA).

Não vamos falar de política, mas a verdade é que o atual presidente dos EUA, Barack Obama, foi um dos mais reformistas dos últimos anos, desafiando e propondo mudanças em vários setores da sociedade americana, muitas delas com repercussões no resto do mundo.

Em 2008, o líder norte-americano tinha apontado como meta, a venda de cerca de 1 milhão de carros elétricos até 2015. Pois bem, em 2016 está na hora de analisar os números.

Entre 2008 e 2015, foram vendidos 400 mil veículos elétricos (menos de metade do registo traçado por Obama). Apesar de o último ano totalizar quase um terço do total gerado durante este período em análise, verifica-se uma quebra de 6% face a 2014.

Será assim tão difícil?

Este facto é deveras peculiar, uma vez que a sociedade civil, os media e as empresas estão cada vez mais familiarizadas com esta realidade, e com a compreensão dos seus benefícios não só para o ambiente, como também para a própria “economia” de cada empresa.

Mas a Reuters propõe uma resposta: A descida no preço da gasolina e do gasóleo

Se em 2008 um galão (3,7 litros) de gasolina tinha um custo de quatro dólares (cerca de 3,6 euros). Hoje, esse mesmo galão é transacionado a dois dólares (1,8 euros).

Este facto terá funcionado como um travão no crescimento da procura por carros elétricos, mesmo existindo uma maior variedade de veículos, de pontos de abastecimento, mesmo tendo sido melhorada a sua autonomia.

No entanto, apesar dos aperfeiçoamentos dos últimos anos, parece ainda faltar algo para que os carros elétricos possam lutar de igual para igual.

Fonte: Exame Informática (adaptado)

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