Novo ou Usado ? Stand ou Particular ? – Coisas que não deve esquecer no momento da compra de um veículo

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A opção de adquirir um veículo levanta sempre várias questões, sendo uma delas: Novo ou usado? Stand ou Particular?

Muitas vezes a aquisição de um veículo usado representa uma óptima oportunidade de negócio, já que não sofrem de uma desvalorização tão acentuada, uma vez que um carro a estriar desvaloriza 20% logo à saída do stand.

A opção de um usado com três anos de utilização é uma boa opção, mas há sempre que manter alguns cuidados sobretudo se o negócio se realizar entre particulares ou via internet.

Nesse sentido deixamos-lhe algumas indicações para evitar fraudes (acidentes escondidos com uma boa pintura, avarias frequentes, quilometragem adulterada):

Com Stands

  1. Pesquise sempre o valor justo do carro, podendo sempre pedir uma vistoria técnica ao veículo
  2. Verificar as garantias legais envolvidas (também os usados têm direito a dois anos de proteção)

Segundo a DECO, este cenário é muitas vezes incumprido, muitas vezes devido à concessão de um desconto no preço da viatura caso o cliente aceda a abdicar de um ano de garantia. Apesar dessa negociação ser legal, o cliente deverá saber o que está a negociar e que o está a fazer

Particulares

  • Nesta situação, não existe garantia, o que complica bastante a segurança do negócio, continuando no entanto a existir formas de se acautelar. Isso significa que, durante os seis meses seguintes à compra do automóvel, o comprador pode provar que o veículo não tinha as características anunciadas para exigir a reparação ou conseguir a anulação do contrato.

Além de reduzirem o prazo, vários stands excluem da garantia peças ou componentes – ar condicionado, embraiagem, correia de distribuição, etc. E outros limitam a garantia a uma determinada quilometragem ou a um valor máximo por reparação. Mas, segundo a DECO, qualquer destas situações é ilegal.

Quando detetar um defeito dentro do período de garantia, o comprador dispõe de dois meses para apresentar a fatura e acionar a garantia. A partir daí, terá dois anos para avançar com uma ação em tribunal. Em regra, pode optar pela reparação, substituição por outro carro com as mesmas garantias, redução do preço ou anulação do contrato.

Não havendo nenhuma solução estipulada por lei, o bom senso da decisão estará sempre do lado do consumidor.

Fonte: Jornal Sol

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