Neve impede camionistas de atravessar Europa

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Gestores de frota acompanham por computador com preocupação o esforço dos camionistas de atravessar a Europa, sem sucesso, devido à neve.

Dezenas de camionistas portugueses estão parados em diversas regiões da Europa, devido à neve e ao gelo que encerrou as estradas, e sem que as autoridades policiais permitam a circulação de camiões, “só resta esperar”.

O casal Cristiana e Pedro Simões, ambos condutores de pesados, estão “parados na região de Barcelona”, em Espanha, desde terça-feira à noite, não tendo “autorização da polícia para continuar viagem em direção à Dinamarca” com a carga de legumes congelados.

“Nesta zona estão dezenas de camionistas portugueses, na mesma situação”, mas “ninguém pode fazer nada a não ser esperar”, afirmou à Lusa Cristiana Simões.

“As horas são passadas a descansar, a comer, e a esperar por seguir viagem”, porque a “polícia cortou as estradas e não deixa os pesados circularem”, concluiu a condutora do camião bloqueado naquela região espanhola.

David Sousa e Nuno Barroso também estão parados na região espanhola de Terragona “desde as 5:00 horas de hoje, porque as autoridades desviaram os camiões para uma zona industrial e não deixam seguir viagem”.

O condutor afirma ter “falado com outros colegas” em França, na Alemanha e da Europa Central, mas que estão nas “mesmas condições, com a circulação rodoviária condicionada”, devido ao mau tempo.

Paulo Marques é responsável da empresa de transportes Evaelain e segue frente ao computador, nas Caldas da Rainha, com “muita preocupação os sete camiões que neste momento atravessam a Europa, porque a maioria está parada devido ao mau tempo”.

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Nevões, considerados excepcionais pelas autoridades espanholas, imobilizaram hoje, de novo, o nordeste de Espanha e o sul de França, tendo provocado o encerramento da circulação terrestre entre os dois países e o bloqueio de milhares de viajantes.

As quedas de neve registadas na Catalunha, no nordeste de Espanha, são consideradas as mais fortes dos últimos 25 anos e provocaram restrições em 174 estradas.

Cada dia de paragem para os camiões portugueses significa um prejuízo de cerca de um milhão e meio de euros, revela à Renascença António Lóios, presidente da Associação Nacional das Transportadoras Portuguesas.

in Jornal de Notícias e Renascença

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