Matrículas de camiões registam quebra

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As matrículas de veículos comerciais de mercadorias com mais de 3,5 toneladas de peso bruto registou uma quebra superior a 56,7 por cento nos primeiros cinco meses deste ano em comparação com período homólogo de 2008, revelam as estatísticas da ACAP – Associação Automóvel de Portugal. Entre Janeiro e Maio de 2010, o mercado português absorveu 1.090 camiões contra 2.523 em período idêntico há dois anos atrás. Estes indicadores confirmam a conjuntura bastante desfavorável que atravessa actualmente a economia portuguesa.

A marca que mais unidades colocou no mercado, a Renault Trucks, registou uma diminuição 67,9 por cento, de 552 veículos matriculados para apenas 177, enquanto aquela que ocupa a segunda posição na tabela de vendas, a DAF (era terceira em 2008), viu as matrículas baixarem 44,2 por cento. A Volvo, por seu lado, que trocou de posição com a marca holandesa também sofreu uma erosão significativa de 64,8 por cento.

No comparativo entre o acumulado dos primeiros cinco meses deste ano e de período idêntico de 2009, a quebra nas matrículas foi de 23,6 por cento. A Iveco é a marca que está a sentir mais os efeitos da retracção do mercado, com uma variação negativa nas matrículas de 55,7 por cento, seguindo-se a Volvo (-39,5 por cento), DAF (-38,8 por cento), Mercedes-Benz (-33,9 por cento).

in Transportes em Revista

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