Leasing Automóvel, tudo o que precisa saber

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O Leasing, apesar do crescimento do Renting Automóvel continua a ser uma das modalidades mais utilizadas pelas empresas. Saiba tudo aqui.

Conduzir carro novo – o que escolher: crédito, leasing ou renting?

Last modified on 2015-07-14 10:22:00 GMT. 0 comments. Top.

O investimento na obtenção de carro novo pode, hoje em dia, ser feito de diversas formas que não passam pela tradicional compra com pagamento a pronto e contração de crédito automóvel. O renting e o leasing, cujo uso foi vastamente difundido pelas frotas empresariais, são duas modalidades que cada vez mais ganham poder de afirmação também entre os particulares. Será, então, melhor recorrer ao crédito ou alugar? Este artigo do Jornal i ajuda a encontrar uma resposta…

Deve recorrer ao crédito?

  • Deve ponderar se quer ou não ser proprietário e que tipo de seguro pretende. Estas questões fazem toda a diferença no tipo de financiamento a escolher. Se quer ser proprietário deverá recorrer ao crédito, pois no ALD e no leasing o carro só fica no nome do utilizador no final do contrato. No caso do seguro automóvel, se só quiser subscrever o obrigatório deverá recorrer ao crédito tradicional. No leasing e no ALD é exigido sempre seguro de danos próprios.
  • Se optou pelo crédito deverá fazer várias simulações junto dos stands. Por exemplo, há stands que chegam a oferecer o seguro automóvel no primeiro ano.
  • Depois de fazer esta ronda pelos stands está na altura de contactar o banco para analisar a forma de financiamento mais vantajosa.

Leasing

Vantagens

  • Tem hipótese de trocar de carro frequentemente.
  • Geralmente fica mais barato que recorrer ao crédito.
  • O veículo não se desvaloriza.
  • O cliente tem sempre hipótese de comprar no final do contrato.
  • Fica isento do imposto de selo na comissão de abertura e juros do leasing.
  • Fazer um contrato de leasing é um processo rápido.

Desvantagens

  • Há limites no contrato.
  • O cliente nunca é dono do carro e não pode adquiri-lo se tiver alguma prestação em dívida.
  • O seguro automóvel contra todos é obrigatório.
  • A liquidação total fica mais cara caso opte por fazê-la antes do tempo.

Renting

Vantagens

  • Controlo de gastos inesperados, pois já está tudo incluído no contrato e não precisa de se preocupar com as manutenções, por exemplo, nem com uma simples mudança de pneus.
  • O veículo não sofre desvalorização.
  • Não requer investimento de capital.

Desvantagens

  • Há limites no contrato.
  • O cliente nunca é dono do carro.

Por: Sónia Peres Pinto | Fonte: Jornal i | Fonte (imagem): FreeImages.com/Janet Burgess

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Negócios de leasing na Europa cresceram 8,4% em 2014

Last modified on 2015-05-11 17:04:58 GMT. 0 comments. Top.

Segundo dados de um relatório da Leaseurope, os novos negócios de leasing na Europa conheceram uma subida de 8,4% no ano de 2014. A informação abrange o comércio de leasing imobiliário e mobiliário feito em 27 Estados-membros, entre os quais Portugal, cujo mercado cresceu 21,3% no passado ano. Segundo o mesmo organismo, o crescimento, transversal a todas as categorias, foi mais notório no segmento das viaturas, que, entre contratos de leasing e renting, aumentou 12,4% relativamente a 2013.

 

A Leaseurope, federação que representa a indústria europeia de Leasing e Renting, revelou o relatório preliminar do Mercado Europeu de Leasing para 2014. Após recolha de informação das associações nacionais membros da federação (na qual se inclui a ALF – Associação Portuguesa de Leasing, Factoring e Renting), os resultados mostram que os novos negócios de Leasing na Europa cresceram 8,4% em 2014, registando a sua maior taxa de crescimento anual em volume desde 2007. No total dos membros analisados (27), o volume de novos negócios em Leasing cifrou-se nos 267,911 mil milhões de euros.

De acordo com o organismo europeu, o crescimento verificou-se em todas as principais categorias e com maior destaque nas viaturas, com este segmento a crescer 12,4% em relação a 2013. O setor do Leasing de equipamentos registou um crescimento moderado de cerca de 1%, enquanto o Leasing Imobiliário europeu cresceu 7,6%, testemunhando o primeiro crescimento global desde 2010.

Embora o mercado europeu de Leasing esteja sólido, existem desigualdades entre os países. A maior parte dos mercados nacionais observou resultados positivos em 2014, o que representa uma melhoria em comparação com 2013, quando quase metade apresentou desempenhos negativos. O aumento no volume de novos negócios em 2014 foi conduzido principalmente pelas quatro maiores economias europeias e realçou-se ainda o crescimento a dois dígitos para alguns dos mercados do Sul da Europa.

No ano de 2014, o mercado em Portugal cresceu 21,3%, situando-se no ranking europeu em 18º lugar no Mobiliário e sexto no Imobiliário nos 27 mercados observados pela Leaseurope na divulgação preliminar de resultados. Na sua globalidade, Portugal ocupa a 16ª posição na produção de Leasing total.

Importa referir que o Leasing a nível europeu inclui nas estatísticas a locação financeira – Leasing – e o Renting, ou seja, os valores das viaturas incluem Leasing e Renting.

Fonte: LusoMotores

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Paulo Pinheiro é o novo presidente da Associação Portuguesa de Leasing, Factoring e Renting

Last modified on 2015-05-08 13:44:27 GMT. 1 comment. Top.

A Associação Portuguesa de Leasing, Factoring e Renting tem nova Direção. Sob a presidência de Paulo Pinheiro, da Caixa Leasing e Factoring, os restantes órgãos sociais passam a contar com representantes da LeasePlan, Eurofactor, ALD Automotive, Caterpillar, Montepio Crédito e Novo Banco.

Na imagem, o novo diretor, Paulo Pinheiro.A ALF elegeu recentemente os novos órgãos sociais para o triénio 2015-2017. O processo de decisão decorreu no fim do passado mês, em Assembleia Geral, e ditou que durante os próximos três anos a Direção desta associação será composta pelos seguintes sete membros:

– Paulo Pinheiro, da Caixa Leasing e Factoring, como Presidente.

– António Oliveira Martins (LeasePlan) e Rui Esteves (Eurofactor) ocupam o lugar de vice-presidentes.

– Os vogais passam a ser César Lopes (Caterpillar), Pedro Alves (Montepio Crédito), Eduardo Moradas (Novo Banco) e Manuel Sousa (ALD Automotive).

Entre as ambições da nova Direção da ALF estão o reforço da visibilidade da Associação, o aprofundamento do relacionamento com as entidades reguladoras, mas também com as entidades associadas, por via oferta formativa.

Fonte (Imagem): LusoMotores

Empresas ainda preferem leasing, mas renting sofre menos com a crise

Last modified on 2015-05-11 17:02:26 GMT. 0 comments. Top.

Apesar das quebras na venda de veículos novos, leasing e renting continuam a ser soluções privilegiadas para a gestão de frotas empresarial e até as PME estão rendidas a estas modalidades. Os particulares resistem mais, mas já começam a encarar com mais naturalidade o aluguer de viaturas para uso familiar
“O Leasing é a solução favorita na Europa para financiar frotas automóveis, realidade que encontra eco em Portugal ao ser um produto marcadamente escolhido por empresas”, confirma Beja Amaro, presidente da Associação Portuguesa de Leasing, Factoring e Renting (ALF), numa altura em que uma em cada cinco vituras vendidas em Portugal é financiada em leasing. “Cerca de 70% dos clientes de leasing automóvel são empresas devido às diversas vantagens que o produto comporta, nomeadamente ao nível das taxas de juro, geralmente, mais baixas”, explica Beja Amaro.

A favorecer a escolha desta modalidade de financiamento está o facto de a gestão da frota propriamente dita ficar a cargo da empresa que recorre ao leasing e que dispõe de toda a liberdade para actuar como entender nesta área. Para as empresas, alugar um veículo em leasing significa ter acesso a uma viatura nova com mensalidades fixas e custos mais controlados, já que parte do valor do veículo só é liquidado no final do contrato (valor residual) e apenas se o cliente optar nessa altura por ficar definitivamente com o veículo.

Quanto ao mercado de particulares, apesar de não existirem dados que permitam identificar as taxas de penetração neste segmento, sabe-se que cerca de 30% dos clientes de leasing são particulares, sendo já o Leasing automóvel uma forma de financiamento bastante conhecida entre os clientes individuais. “Sabemos, no entanto, que os particulares estão a ser bastante afetados pela crise económica, pelo que cremos que o recurso ao leasing acompanhará este ciclo”, admite Beja Amaro, em declarações ao OJE.

Moderadamente afetado pela crise está também a ser o mercado de Renting, onde a quebra verificada em 2011 se justifica, em parte, pelo prolongamento da duração dos contratos, mas que, ainda assim, é uma quebra  bastante inferior à das vendas automóveis em geral. “A evolução do 1º trimestre de 2012, analisada isoladamente, não nos deixa satisfeitos, mas se contextualizarmos com as fortes quedas registadas nas vendas de automóveis novos, compreendemos que o renting tem conseguido continuar a resistir melhor à queda do mercado do que a generalidade do setor automóvel”, constata António Oliveira Martins, diretor da ALF responsável pela área de Renting.

O renting começou a crescer em Portugal graças à adesão das empresas multinacionais que recorriam a este instrumento noutros países. Mais do que alugar a viatura, o renting pressupõe a conjugação do aluguer do veículo com a subscrição de um conjunto de serviços associados, que podem incluir a manutenção do automóvel, a troca de pneus, os seguros, o combustível ou a gestão de sinistros, delegando em empresas especializadas todas as preocupações relacionadas com o automóvel.

Na última década o renting ganhou notoriedade e registou taxas de crescimento contínuas elevadas. Só em 2009 viria a sofrer o primeiro revés nesse trajeto ascendente, reflexo da crise que desde o ano anterior assolava os mercados internacionais, com impacto relevante em Portugal. Hoje, o mercado de renting reage como pode a um contexto económico adverso. “Os valores residuais subjacentes ao cálculo do preço do aluguer têm caído, fruto da queda generalizada dos valores de venda dos usados, mas por outro lado têm havido efeitos compensadores, nomeadamente devido aos maiores investimentos feitos pelas marcas nos clientes frotistas e à generalizada convergência entre os prazos dos contratos e os prazos ótimos do ponto de vista económico”, explica Oliveira Martins.

Depois das grandes empresas e das multinacionais, são as pequenas e médias empresas (PME) que dinamizam também o mercado de renting. Oliveira Martins sublinha que “à medida que o Renting tem vindo a ganhar escala, também se têm processado importantes desenvolvimentos tecnológicos que permitem oferecer soluções diversificadas cada vez mais eficientes e disponíveis para diferentes dimensões de frotas automóveis”. Já no segmento de particulares, o renting tem uma expressão bastante mais reduzida, embora crescente. Aqui, “as características que atraem estes clientes ao Renting prendem-se com a passagem das preocupações com a desvalorização comercial e com as manutenções e reparações para a gestora de frotas”, revela Oliveira Martins.

A agitar este mercado, por seu turno, está também o mercado de usados, para onde são canalizadas as viaturas no final de cada contrato. “A diminuição da procura por usados e consequente diminuição de preços já se iniciaram há algum tempo e as empresas de Renting têm tentado mitigar os efeitos destas quebras através de um melhor planeamento e diversificação dos canais de revenda”, alega Oliveira Martins. Por outro lado, lembra ainda o responsável da ALF, “esta situação acaba por estimular o recurso das empresas ao renting, uma vez que pretendem repassar o ónus da desvalorização da viatura para a gestora de frotas”.

Para o final do ano 2012, as projeções apontam para um mercado ainda em contração, afetando leasing e renting em simultâneo. No leasing, a estimativa da ALF aponta para uma quebra de 40%. “Com a redução do número de empresas e de colaboradores e a redução do poder de compra dos particulares, a procura por leasing automóvel também se ressente, sendo importante realçar que o leasing continuará a estar disponível para apoiar a retoma económica”, salienta Beja Amaro. Já no renting, a quebra estimada pela ALF é de 30%. No entanto, Oliveira Martins crê que “a frota gerida irá diminuir bastante menos, limitando-se a quebra do total do mercado de renting a menos de 10%”.

Fonte: OJE

 

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