Gestão de frotas: 5 erros que não pode cometer

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Prever ou antecipar são palavras que ficam bem nos livros, mas que só são materializadas com a manutenção. Este é um aspeto essencial para a gestão de qualquer frota (independentemente da sua dimensão), ignorar este facto é um erro que poderá trazer consequências bastante danosas.

É um cenário bastante comum, frotas que se desleixam na manutenção, devido sobretudo a épocas de maior procura, em que o volume de trabalho e serviços se intensifica.

Se quiser ser, ou continuar a ser, um gestor de frota exemplar deverá prestar atenção aos 5 erros que poderão impedir uma gestão pouco eficiente dos seus processos de manutenção.

 1. Não prevenir

Manutenção-Gestão-de-Frotas (3)Foi assim que iniciamos este artigo. Por vezes a ânsia de apresentar resultados imediatos, de manter a produtividade e eficiência operacional a curto prazo, impedem um olhar mais atento aos pormenores.

O problema, é que a falta de planeamento a longo prazo poderá trazer custos e danos muito maiores. Os veículos terão de ficar parados muito mais tempo para serem reparados, comprometendo a produtividade da empresa.

2. Falta de mão-de-obra qualificada para a gestão

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É essencial contar com bons fornecedores e mão-de-obra qualificada. A tentação de recorrer a serviços com custos inferiores, poderá muitas vezes significar que a qualidade poderá não ser a melhor. Recorra sempre que possível a serviços especializados, que lhe possam assegurar a resolução de problemas. A longo prazo o investimento poderá compensar.

3. Não acompanhar os indicadores de manutenção de frotas

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Um gestor de frota não conseguirá gerir aquilo que não mede. Os problemas têm de ser identificados para que sejam desencadeadas as devidas ações de resolução.

Indicadores como, custos, stoque de peças, tempos de condução, tempo de entregas de peças.

Não pode mudar se não souber aquilo que deve ser mudado.

Os bons resultados aparecerão quando conseguir acompanhar de perto o maior número de variáveis possíveis.

4. Não gerir rotas

Quais os trajetos que a sua frota efetua. São percursos arriscados? Com muitas curvas? Estradas com qualidade duvidosa? Zonas de difícil passagem? Existem zonas de reparação perto do local para onde se dirigem os veículos?

Este aspeto é bastante importante para a redução de custos e degaste dos veículos. Se conseguir definir trajetos mais curtos, poderá melhorar a eficiência da sua frota: O motorista efetua menos horas de condução (diminuição do desgaste e cansaço); efetua menos quilómetros (consome menos combustível, menos desgaste das viaturas).

Conseguirá acompanhar cenários de roubo, furtos de combustível ou de cargas.

 5. Não acompanhar peças de desgaste natural

Filtros, filtros, pastilhas, óleo lubrificante, fluido do radiador, são elementos bastante importantes e aos quais deverá estar atento, pois poderão trazer problemas ainda maiores e também custos.

Fonte: Locamerica – Consulte aqui o artigo original

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