Gestão de frota na CBE: variedade, proteção e permanente renovação

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Dona de uma frota de dimensão considerável, diversificada nas marcas, nos modelos e nas modalidades de aquisição, a empresa portuguesa CBE esteve em grande destaque na edição de maio da revista Automotive. Os números e detalhes sobre a gestão de frotas desta empresa de prestação de serviços presente no mercado há quinze anos são dados na “primeira pessoa” por Sandra Pingo, responsável administrativa e financeira (DAF) e logística, e Maria Miguel, encarregue da gestão de frota, comunicações móveis e seguros.

Composição da frota

“A frota é composta por 90 viaturas da CBE, nas modalidades de leasing, ALD e Renting. Além destas viaturas temos aquelas que estão alugadas por períodos de alguns meses, devido às necessidades pontuais que temos, estas viaturas variam entre 10 a 15. A frota é 80% constituída por viaturas comerciais, que têm naturalmente a ver com as atividades da empresa. Renovamos continuamente a nossa frota, sendo que tivemos uma grande substituição em 2014 com a aquisição de 30 viaturas, estando em curso um novo processo de renovação de cerca de 20 viaturas.

Em termos de modelos, estes são bastante diversificados, desde furgões, vans, pick-ups, chassis-cabine, entre outros. A categoria com mais expressividade são os furgões onde a maioria é Peugeot, modelos Partner, Expert e Boxer. A Expert é um modelo que é menor do que a Boxer, portanto mais ágil em trabalhos urbanos, e maior do que a Partner permitindo que os técnicos efetuem trabalhos dentro do compartimento de carga do furgão Os técnicos muitas vezes trabalham de noite ou sob chuva e é assim necessário que trabalhem dentro dos furgões. Por esse motivo os furgões estão transformados com espaços de arrumação e de trabalho.

Tipologia de modelos

Nos comerciais ligeiros temos os Opel Corsa Van que têm tido um bom histórico de fiabilidade e a relação preço/qualidade é muito boa. Nestas viaturas é onde faz mais sentido o renting tendo em conta as características do carro, pois além dos faróis de nevoeiro e Bluetooth a estrutura do carro não é alterada. Os furgões já são transformados e adaptados pelo que o renting não seria uma boa opção, até porque quando os furgões têm de fazer manutenção o furgão de substituição não tem as mesmas características.

As pick-ups são mais de uma dezena e estão verticalizadas para trabalhos fora de estrada ou em locais de difícil acesso, como é o caso dos serviços de manutenção de torres de telecomunicações. Quanto aos chassis-cabine, temos modelos Iveco com caixa fechada e com caixa aberta. Os de caixa aberta servem para o transporte das bobines de fibra que pelas dimensões requerem uma viatura com maior versatilidade no compartimento de carga.

O tempo de permanência na frota ronda os 4/5 anos, dependendo sempre da quilometragem e da análise que é feita ao veículo, consumos, custos de manutenção, entre outros. A frota, tal como o fardamento próprio dos funcionários, reflete a imagem da CBE, daí o investimento e cuidado na decoração das viaturas e na manutenção das mesmas. Esta é uma forma de comunicar e de promover a imagem da CBE.

Gestão da frota

Optamos pela gestão interna da frota, para manter a proximidade e o ajuste rápido às necessidades – só assim temos respostas para os trabalhos dos técnicos, a adequação das viaturas aos diferentes serviços e um acompanhamento de proximidade com os condutores. Temos realizado diversas formações na área de prevenção rodoviária e em termos de consumos optámos por instalar sistema InoSat há 10 anos. Assim que o colocamos sentimos uma redução em cerca de 20% nos consumos o que é relevante. O controlo é muito mais preciso, tanto em termos de consumos como em velocidade. Ao conduzir uma viatura os técnicos estão a conduzir a empresa ao cliente e qualquer comportamento que o condutor tenha é atribuído à CBE, pois os carros são decorados.

Quanto à transformação dos furgões escolhemos o layout e as necessidades e depois entregamos ao concessionário que faz a transformação, em parceria com empresas especializadas. O layout é sempre revisto e desenvolvido conjuntamente entre a área operacional e a gestão de frota, até porque, com o passar dos anos, os interiores têm evoluído para fazer face às novas necessidades”.

A entrevista completa pode ser lida no n.º 23 da Revista Automotive.

Fonte: Automotive

A melhor proteção para frotas de grande e pequena dimensão está aqui.

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