Por uma frota sem hackers

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Sempre se ouviu dizer que tudo tem a outra face da moeda e parece que a dos carros inteligentes e autónomos está a ser explorada com interesses pouco éticos e sensatos.

À medida que os carros vão sofisticando os seus sistemas de conectividade, comunicando com condutores e com outros veículos, surge a possibilidade de hackers poderem contaminar esses sistemas e perturbar o funcionamento não só de um veículo como da circulação automóvel. Estas ações poderão fazer parar uma empresa por exemplo, impedindo-a de executar as suas tarefas.

Nesse sentido, está a emergir um negócio de segurança digital aplicada a carros, negócio esse dominado por empresas e empreendedores israelitas.

Segundo alguns estudos, em 2018 estarão na estrada cerca de 420 milhões de carros conectados.

Check Point , é uma empresa de cibersegurança, que garante que tudo aquilo que entra e sai do veículo passa pela sua rede, por intermédio da cloud, é processado em tempo real e os malwares imediatamente bloqueados e eliminados.

Alguns especialistas nesta área, asseguram que existe a possibilidade de os hackers interferirem com padrões de direção, com diretrizes da gestão de frota, falsificar informações fornecidas a seguradoras.

E essa possibilidade não é assim tão distante, uma vez que em 2015, a Fiat Chrysler foi forçada a fazer um recall de cerca de 1,4 milhões de veículos, pelo facto de se ter descoberto que era possível desligar o motor do modelo Jeep Cherokee enquanto este estava em movimento. Como tal, a marca instalou um novo software.

O risco é enorme assim como as vantagens, mas o que é certo é que o futuro passará inevitavelmente por carros conectados e inteligentes, tentando eliminar ao máximo o erro humano e a sinistralidade e potenciando o rendimento e eficiência das frotas automóveis

Fonte: Folha de S.Paulo

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