A Fiat está “de volta” e quer um lugar no Top 5

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A Fiat voltou a olhar com interesse para o mercado português, tendo como objetivo reassumir as principais posições no ranking de vendas de automóveis ligeiros. A empresa chamou Artur Fernandes e recuperou uma estrutura dedicada ao mercado português.

Em Portugal, a empresa tirou o pé do acelerador quando a Troika chegou e o mercado, como consequência, reagiu negativamente. O novo responsável pelo ressurgimento do grupo Fiat em Portugal, recorda que o mercado nacional foi um dos que mais sofreu com a crise económica na Europa mas acredita que agora existe muito caminho para explorar.

O último relatório da Associação Automóvel de Portugal (ACAP) confirma esse potencial de crescimento do mercado nacional, uma vez que se registou um crescimento de 18% na venda de ligeiros de passageiros.

Artur Fernandes lança as metas para o futuro “A médio prazo queremos estar no top 5. Este ano duvido. Vamos lançando novos modelos, mas não estamos em velocidade de cruzeiro”. Já 2017 “será um ano de consolidação. Na Fiat temos ambição natural de chegar brevemente ao pódio e temos legitimidade para isso.”

Recorde-se que no primeiro semestre de 2016, em termos de vendas de ligeiros de passageiros e comerciais, a Fiat ocupou a 8º posição, com uma quota de mercado a rondar os (6%), mas com a maior taxa de crescimento registada (35,4%).

Este crescimento poderá certamente estar associado à quebra das marcas alemãs, como consequência do escândalo de fraude das emissões.

Recuperar a rede de concessionários

Com a estratégia de desinvestimento em Portugal, o grupo Fiat perdeu alguns concessionários históricos, como a Ficacém ou a Fimafra. Cobrir territórios estratégicos sem representação, é também um dos objetivos desta reconquista do mercado português, uma vez que a parte mais significativa da rentabilidade obtida vem dos serviços de pós-venda.

Por: Maria Lopes| Fonte: Público (adaptado)| Fonte (imagens): Absolute-Motors

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