Escândalo Volkswagen: investigação culpa dois engenheiros por fraude

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Ulrich Hackenberg e Wolfgang Hatz, engenheiros ligados às marcas Audi e Porsche, respetivamente, são, segundo o Wall Street Journal, vistos como peças-chave na investigação ao escândalo do software Volkswagen que falseia emissões poluentes e terá sido instalado em vários modelos automóveis a diesel das diversas marcas do grupo.

Líderes de engenharia de duas das subsidiárias do grupo estão a ser responsabilizados pelo escândalo das emissões. Intenção de triunfar no mercado norte-americano terá levado à alteração dos motores.

Há mais duas caras conhecidas no escândalo de emissões de gases poluentes que envolve o grupo Volkswagen. De acordo com o Wall Street Journal, dois dos mais famosos engenheiros da fabricante germânica estão na mira das autoridades, devido ao papel crucial na fraude que envolve 11 milhões de veículos.

O ex-engenheiro chefe da Audi, Ulrich Hackenberg, e o criador dos motores de Fórmula 1 da Porsche, Wolfgang Hatz, são vistos como peças chave na decisão de equipar os motores dos veículos do grupo alemão com software que esconde as verdadeiras emissões de gases poluentes para a atmosfera.

Segundo as últimas informações avançadas pela Volkswagen, a alteração dos motores terá sido feita devido à ambição de triunfar no mercado norte-americano. Ao serem confrontados com vendas abaixo do esperado nos Estados Unidos, os engenheiros da empresa terão decidido enganar os reguladores e clientes com motores fraudulentos.

A polémica começou nos Estados Unidos mas alastrou-se a todo o mundo, tendo já envolvido outros gigantes dos automóveis. Desde o início da crise, a Volkswagen já perdeu quase metade do valor na bolsa de Frankfurt.

Fonte: Notícias ao Minuto

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