Empresas apostam mais em rent-a-car

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A Caixa Geral de Depósitos (CGD) e a Agência Abreu foram duas das 150 empresas que se tornaram clientes da Avis Portugal, de rent-a-car, entre Janeiro e Abril deste ano. A aposta do sector empresarial leva a Avis Portugal a esperar crescer 10 por cento e a facturar mais de 40 milhões de euros este ano, com uma maior aposta no segmento corporate, que irá permitir a sazonalidade e aproveitar a retoma do sector, disse esta semana o director-geral da sucursal nacional, António Mendonça.

Depois de uma quebra de 10,4 por cento no ano passado, a Avis Portugal alcançou um crescimento da facturação de 7,4 por cento entre Janeiro e Abril deste ano.

Segundo António Mendonça, a estratégia tem sido um reforço no canal de venda directa (particulares e empresas) que são responsáveis por 60 por cento das vendas e uma aposta nos alugueres de média e longa duração que permitiu reduzir a sazonalidade em 30 por cento no ano passado.

Num encontro com jornalistas ontem, o responsável da Avis adiantou que os próximos anos “vão ser muito positivos” para sector do rent-a-car em Portugal. Primeiro, porque depois de quebras de 10 a 15 por cento verificadas em 2010 deverá manter-se nos próximos exercícios. Segundo, porque as margens de rentabilidade das rent-a-car do mercado nacional continuam “muito abaixo” das suas congéneres europeias, o que dá “uma grande margem para crescer”, salientou António Mendonça.

Com uma frota de 5 mil unidades, a Avis Portugal quer atingir uma idade média dos seus veículos de 7 meses e ter, no final do ano, 80 por cento dos seus automóveis matriculados em 2010. Em 2011, o objectivo é reduzir a idade média da sua frota para 6 meses, acrescentou o director-geral da Avis Portugal.

in Oje

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