Defesa do Consumidor deteta vários incumprimentos nos stands de usados

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A notícia surgiu através da DECO Proteste, órgão de imprensa da Defesa do Consumidor (DECO): uma boa parte dos stands de automóveis usados portugueses não cumpre a legislação. A revista chegou a tal conclusão depois de ter visitado cem destes estabelecimentos e detetado falhas ao nível da quantidade e qualidade da informação fornecida sobre as viaturas expostas, nomeadamente quanto ao preço e data da matrícula. Outra irregularidade comum na venda destas viaturas é a ausência de garantia ou criação de “condições especiais” para a sua obtenção, ambas práticas ilegais.

Estudo realizado pela DECO Proteste detetou várias irregularidades em stands de venda de carros usadosA Associação Portuguesa do Consumidor (DECO), através da sua publicação, DECO PROTESTE, denuncia irregularidades por parte de alguns stands de automóveis usados, em Portugal. Visitando cem instalações, onde procuraram a presença do preço, da data de matrícula e da garantia (obrigatório por lei), 62 cumpriam a lei ao indicarem os três dados em todos os carros expostos (9 não exibiam qualquer informação em nenhum carro). A Associação argumenta que após oito anos do primeiro estudo efetuado, nada mudou.

No entanto, não só na falta de informação obrigatória existem falhas. A venda sem garantia, a exclusão de peças e as limitações de quilometragem são infrações, igualmente, graves.
A DECO PROTESTE divulga algumas das “pérolas” que encontrou ao efetuar o estudo que comprova, desde logo, situações ilegais praticadas por alguns stands: “preço sem garantia”; “com garantia, acresce 1.000 €”; “1 ano ou até 15.000 km”; “9.500 € com garantia de 12 meses e 10.500 € para 24 meses”; “garantia para motor e pouco mais”; “só cobre motor e caixa de velocidades”.

Fonte: Auto Foco

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