Culpa alheia, dúvidas e os arrependimentos de um gestor

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“Quem é que deu ordens para … ?”,  “Ninguém me disse que …” . Sim, estamos perante o problema da culpa alheia. Esta situação é bastante delicada para qualquer gestor, uma vez que traça a linha entre a autonomia e os regulamentos das empresas.

Em cada função existe uma margem para a autonomia de cada colaborador. Cenários que são imprevistos e que devem ser resolvidos de alguma forma, exigindo-se bom senso na sua resolução.

Mas estas ocasiões devem ser excepcionais e não uma prática regular.

Não há nada pior para um gestor de frota, do que tomar conhecimento de erros que ocorreram por falta de regulamentos internos. Os funcionários não sabiam como agir naquele momento, tiveram que resolver o problema e erraram.

Nestes momentos percebe a importância de prever o imprevisível. E sim, é sobretudo com os erros que se aprende. Mas o erro não deverá ser a única forma de melhorar. Por mais insignificante que seja a ordem ou dica, fale. Ficará mais arrependido por aquilo que não fez, ou não disse, do que por aquilo que fez.

Faça com que essa linha, que traça a fronteira entre as normas da empresa e a autonomia do trabalhador, seja bastante evidente para todos. Desta forma conseguirá avaliar de forma mais efetiva a performance dos colaboradores e a capacidade que estes têm para lidar com o imprevisto.

Faça frente ao encarecimento do serviço da sua frota de pesados com soluções que potenciam a poupança. 

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