Condutores e carros autónomos: Uma relação pacífica?

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O que pensam os condutores sobre os carros autónomos? Esta foi a pergunta que a Goodyear e a London School of Economics and Political Science (LSE) procuraram responder com a realização de um novo projeto de investigação, realizado por toda a Europa.

Um dos responsáveis da Goodyear, Olivier Rousseau, Vice-presidente Pneus de Estrada da Goodyear na Europa, Médio Oriente e África, dá conta da preocupação inerente à realização deste estudo “Os carros autónomos estão a ser projetados para cumprirem de forma previsível as regras do código da estrada, mas menos previsível é a forma como os condutores humanos podem interagir com os condutores computorizados” revelou.

O estudo pretende conhecer as opiniões dos condutores de 11 países europeus, através de inquéritos e focus groups no âmbito da plataforma ThinkGoodMobility da Goodyear, focada numa futura mobilidade inteligente, segura e sustentável.

Segundo um inquérito da Goodyear e da LSE em 2015, dirigido a condutores de 15 países europeus, 88 % dos inquiridos concordaram que existem “regras tácitas” que regem a interação dos condutores com peões, ciclistas e outros veículos que circulam na estrada.

“Uma questão-chave do estudo deste ano é a forma como as regras tácitas e o nosso comportamento enquanto condutores se aplicam aos carros autónomos, e em que medida estes últimos necessitam de aprender o bom senso que os humanos utilizam para resolver os problemas rodoviários do dia-a-dia”, esclareceu o Dr. Chris Tennant, responsável pelo projeto de investigação na LSE.

“As questões suscitadas nos focus groups indicam que a interação dos condutores com os veículos autónomos irá evoluir à medida que a nossa exposição aos mesmos aumentar”, acrescentou Tennant. “Acreditamos que este projeto de investigação irá gerar conhecimento valioso sobre a forma como os veículos autónomos podem ser devidamente integrados no espaço social dinâmico das nossas estradas”.

A Goodyear e a LSE preveem apresentar publicamente os resultados da investigação em outubro de 2016.

Fonte (imagem): Folha de São Paulo

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