Certificação energética de frotas automóveis é alvo de projeto-piloto

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A certificação energética é um campo ainda pouco desenvolvido no setor automóvel, uma situação que a Agência Nacional para a Energia (ADENE) pretende mudar. Para isso contará com a colaboração da ALD Automotive, em conjunto com a qual desenvolverá um projeto-piloto onde se pretende lançar os princípios e metodologia a seguir para obter a certificação energética. As duas entidades, em conjunto com a Altran, McDonald’s e Siemens, querem com esta colaboração contribuir para uma mobilidade mais sustentável, minimizando o impacto ambiental.

Lançar as bases para a certificação energética de frotas automóveis. É com este objetivo que a ALD Automotive e a Agência Nacional para a Energia (ADENE) vão desenvolver um projeto-piloto “sem precedentes no mercado automóvel”. No âmbito da iniciativa, está prevista a certificação das três primeiras frotas portuguesas ainda este ano.

O projeto visa encontrar uma metodologia de certificação da eficiência energética de frotas de veículos de empresas locatárias da ALD Automotive — empresa especializada em aluguer operacional e gestão de frotas do Grupo Société Générale; e, posteriormente, o desenvolvimento, por parte da ADENE, de um Sistema de Etiquetagem Energética de Frotas e de ações junto das empresas com vista à redução de consumos de combustível e de emissões de gases poluentes.

“A certificação energética é uma realidade inquestionável noutros setores e a ALD Automotive congratula-se do facto de ser a primeira gestora de frotas a integrar este projeto sem precedentes no mercado automóvel e contribuir desta forma para os objetivos da ADENE com esta ação-piloto”, reconhece a ALD Automotive.

Esta colaboração, segundo a empresa, “tem a ambição de criar uma dinâmica positiva entre todos os atores do mercado” e, sobretudo, “implementar planos que visem otimizar custos e minimizar o impacto ambiental, num claro reflexo de uma estratégia conjunta na procura por mais mobilidade sustentável”.

A Altran, a McDonald’s e a Siemens são outras das entidades envolvidas neste projeto-piloto.

Fonte: Smart Cities | Fonte (imagem): Brian Snelson

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1 comentário

  1. Gostei muitos das fotos dos vossos carros só que Moçambique não e pais rico só que para importar um carro do brasil. Para fica muito caro custo depois aqui em Moçambique paga se muito direitos alfandegários ficam mais barato comprar na africa do sul ou no Japão poi isso mesmo peco imensas desculpas eu sou de profissão sou mecânico auto de viaturas mando um grande abraço para amigos brasileiros com comprimentos de Mamade EKBAL.

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