Camionistas: Paralisação é “ponto assente”

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ANTP continua a negociar com Governo até sexta-feira. Para já mantém paralisação.

A abertura do Governo manifestada, ontem, às transportadoras não foi suficiente para evitar a paralisação marcada para 7 de Junho. A Associação Nacional das Transportadoras Portuguesas (ANTP) reivindica várias medidas para o sector como a descida em oito cêntimos no ISP e a eliminação de portagens nas SCUT, nomeadamente naquelas onde a partir de 1 de Julho vão ser aplicadas taxas. A reunião de ontem no Ministério das Obras Públicas foi considerada “produtiva”, mas até à finalização das negociações prevista para a próxima sexta-feira, dizem os transportadores, “não há garantia de nada”.

O retomar das negociações com o Governo não levou, assim, os camionistas a equacionar o cancelamento das iniciativas decididas no passado sábado pelos patrões. Em causa está a paralisação nacional e a marcha lenta de 40 quilómetros hora durante três dias, que começou na segunda-feira e termina hoje. Após a reunião “técnica” de três horas com adjuntos do ministro das Obras Públicas e do secretário de Estado dos Transportes, o presidente da mesa da assembleia-geral da ANTP, António Lóios apela, no entanto, às transportadoras para que “não intensifiquem os protestos” hoje.

A paralisação continua marcada. É ponto assente“, disse António Lóios, avançando, porém, que “existe matéria sensível que está a ser discutida“, mas deixa uma vez mais no ar a ausência de respostas: “Nada está aceite, nada está recusado. A abertura da parte do Governo não é garantia de nada”.

in Diário Económico

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