Antram alerta APDL sobre portagens nas SCUT

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A introdução das portagens nas SCUT encarecerá os principais acessos ao porto de Leixões, alertam os transportadores de mercadorias.

Os transportadores rodoviários de mercadorias que operam no porto de Leixões estão preocupados com a redução da actividade e temem o agravamento da situação com a anunciada introdução de portagens nas SCUT. Isso mesmo o disse Osvaldo José Costa, presidente da Direcção Norte da Antram ao presidente da APDL.

De acordo com aquele dirigente, a introdução de portagens nas SCUT deixará apenas um acesso sem portagem ao porto de Leixões: o nó do IP4/A4 junto ao Continente de Matosinhos. Os transportadores sustentam tratar-se de um acesso mais distante ao porto, e por isso pouco utilizado, e que a sua eventual maior utilização terá importante impactes na circulação rodoviária na zona.

O aumento dos custos operacionais terá reflexos na factura do transporte, o que encarecerá o preço final das mercadorias movimentadas, acrescentam os operadores rodoviários.

Actualmente o principal acesso rodoviário ao porto de Leixões é a VILPL, via exclusiva que liga à VRI, que por sua vez estabelece ligação entre o IP4/A4 e a A41, uma das vias a ser portajada, tal como a A28, em que entronca e que liga ao Litoral Norte. Para Sul, também a A29 passará a ter custos para o utilizador.

Osvaldo José Costa apelou, por isso, à intervenção da APDL junto do Governo e da sociedade civil sobre o tema das portagens nas SCUT.

in Transportes & Negócios

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