ACP processa Autoridade da Concorrência

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O Automóvel Clube de Portugal (ACP) leva Autoridade da Concorrência a tribunal por causa dos preços dos combustíveis.

O ACP quer obrigar a Autoridade da Concorrência a abrir um inquérito para investigar eventuais práticas anti-concorrenciais nos combustíveis, nomeadamente as estratégias das gasolineiras ao nível dos produtos “low cost”.

Carlos Barbosa, presidente do ACP, diz à Renascença que a Autoridade da Concorrência se escusou a investigar uma denúncia do Automóvel Clube de Portugal.

“A Autoridade da Concorrência é que tem os meios para isso e, como se escusa a fazê-lo, nós metemos um processo no Tribunal Administrativo para que ela seja obrigada a fazê-lo”, sublinha.

O presidente do Automóvel Clube de Portugal insiste na convicção de que há “um grande índice de concertação de preços” entre as gasolineiras.

“A APETRO agora, pelo seu presidente, utiliza uma expressão chamada seguidismo, ou seja, as petrolíferas agora fazem seguidismo. Eu continuo a achar que existem indícios de concertação de preços”, refere Carlos Barbosa.

in RR

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